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Elaine Cris C.'s Friends
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Congresso discute Objetivos do Milênio e sustentabilidade
About this event: 1 Congresso Nós Podemos Paraná
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A participação da sociedade, os avanços do movimento pelo alcance dos ODMs no Brasil e no Paraná foram tratados em mesa redonda com a participação do presidente do Sistema Fiep
A importância da participação da sociedade no movimento para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), o avanço das metas já registradas no mundo e o engajamento do Paraná no movimento foram alguns temas abordados nesta sexta-feira (08) no Congresso Nós Paraná. A mesa redonda “ODM e Sustentabilidade” teve a participação do presidente do Sistema Fiep, Rodrigo Rocha Loures; da representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ana Rosa Monteiro Soares; do secretário nacional de Articulação Social da Secretaria Geral da Presidência da República, Wagner Caetano de Oliveira, e da coordenadora do Observatório Regional de Base de Indicadores de Sustentabilidade (Orbis), Luciana Brenner.
Segundo Rocha Loures, o alcance dos Objetivos do Milênio pode garantir a sustentabilidade do planeta. “O progresso não se faz com esmola, mas com a capacidade para o desenvolvimento. Uma sociedade sustentável tem que ter emprego, produtividade e garantir à família que ela possa cuidar da educação e saúde de seus filhos”, afirmou Rocha Loures.
O presidente do Sistema Fiep afirmou que o Paraná tem feito sua parte para o alcance dos ODMs. “A Fiep está engajada na busca da sustentabilidade, através do Movimento Nós Podemos, que é uma arma estratégica para acelerar o processo de alcance dos ODMs no Estado, através de encontros em todas as regiões do Paraná, para identificar o que podemos fazer juntos”, contou.
Em três anos já foram realizados 57 encontros com mais de 13 mil pessoas, que renderam 19 ciclos de trabalho. “Os ciclos são unidades que organizam forças para a realização de atividades voltadas às metas do milênio”, disse Rocha Loures. “Para se alcançar as metas do milênio o autor central é o voluntário. A sociedade é fundamental para a discussão de políticas de educação, saúde e meio ambiente, por isso, é preciso ser mais participativa na política, não apenas criticar”, afirmou, lembrando que deve haver mais diálogo entre ONGs, governo e empresários.
Ações mais urgentes - Ana Rosa Monteiro, do PNUD, A falou sobre as ações mais urgentes para que os países possam alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM): o crescimento econômico sólido e sustentável; novas oportunidades de emprego; parcerias para o desenvolvimento e pela distribuição mais equitativa de recursos e investimentos; gerenciamento de riqueza e recursos naturais; fortalecimento de infra-estrutura e da capacidade continua; união do governo, sociedade empresarial e civil.
Segundo ela, é preciso trabalhar com a união de todas as forças. “Ao mundo não faltam recursos financeiros, nem capacidade tecnológica, mas sim vontade política. Daí a importância da participação da sociedade e do empresariado, em agir”, disse, ressaltando que pessoas bem intencionadas valem mais que um programa político.
Wagner Caetano de Oliveira, da Secretaria Geral da Presidência da República, ressaltou a importância da participação da sociedade. “O envolvimento do governo é fundamental para que as metas sejam cumpridas, através de políticas que colaboram e incentivam as ações. Porém, sem a participação da sociedade civil, o governo não tem como saber quais são as vontades e direitos que devem ser garantidos a população”, afirmou ele.
“A sociedade tem que se organizar, opinar e dizer o que deseja”, Wagner de Oliveira, ressaltando que os veículos de comunicação também devem participar, divulgando e informando a sociedade quanto ao programa e como participar.
Os avanços dos ODMs – A representante do PNUD apresentou alguns resultados dos Objetivos do Milênio pelo mundo, desde o surgimento da proposta, em 2000. Segundo ela, graças a ações voltadas ao alcance das metas 278 milhões de pessoas saíram da pobreza. Houve 75% de crescimento econômico e 45 milhões de crianças passaram a ter acesso à escola, qualidade ou não.
“Houve também 60% de queda na disparidade de gênero no mundo todo. O número de crianças que sobrevivem após um ano aumentou em 3 milhões de crianças e 2 milhões de pessoas a mais já recebem tratamento e medicamentos de AIDS”, informou ela.
Wagner Caetano de Oliveira lembrou que no Brasil, além dos planos de políticas sociais, o Governo criou um instrumento de estímulo à participação nos movimentos de alcance dos ODM. “Em 2007, o governo federal e o PNUD criaram o Prêmio ODM Brasil para incentivar e valorizar a prática, ações, programas e projetos desenvolvidos por prefeituras, empresas e organizações da sociedade civil que contribuem para o cumprimento dos ODM”, contou.
Fonte: www.nospodemosparana.org.br
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| August 27, 2008 | 8:13 PM |
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O que vem do real não tem a obrigação de ser...
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... real também. Porque de real já basta o real. O resto é construção, é possibilidade, é afirmação ou negação, é variação, é acordo ou desacordo, é corda. Corda pra imaginação. Auto-referenciada e mais. Mais... mais...
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| August 27, 2008 | 5:08 AM |
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Entidades religiosas expõem posições sobre aborto de anencéfalos no STF
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Em audiência pública realizada na manhã de hoje no STF (Supremo Tribunal Federal), diversas entidades religiosas se pronunciaram sobre a descriminalização do aborto em casos de anencefalia (ausência parcial ou total do cérebro).
Padre Luiz Antônio Bento, representante da CNBB (Conferência dos Bispos do Brasil), foi o primeiro a falar. Ele comparou o aborto de fetos anencéfalos à eugenia e afirmou que interromper a gravidez nesses casos é um ato discriminatório e até racista. "Se a vida não é respeitada em seu início, dificilmente será respeitada nas outras fases", disse.
Já o Bispo Carlos Macedo de Oliveira, da Igreja Universal do Reino de Deus, argumentou a favor do direito de decidir. Para ele, Deus dá o livre arbítrio e a mulher deve ter a liberdade de escolher pela continuidade ou não da gravidez: "Isso não deveria esbarrar em questões religiosas; a decisão cabe a cada um, segundo sua própria religiosidade".
Caso Marcela
Cacilda Galanto Ferreira, mãe da menina Marcela, que foi diagnosticada como anencéfala e morreu recentemente, com 1 ano e 8 meses de vida, esteve presente na audiência. "Nunca me passou pela minha cabeça interromper a gravidez", comentou ela, após assistir às palestras. Ela garante que não se arrepende da decisão que tomou e diz ter sido feliz durante o período que passou com a filha.
"Cacilda teve sua escolha respeitada, o que não acontece com tantas outras mulheres que não querem levar a gravidez adiante", argumentou Maria José Fontelas, da ONG Católicas pelo Direito de Decidir.
O advogado Luiz Alberto Barros, quem foi quem impetrou a Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 54, em nome da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS), enfatizou aos jornalistas, no fim da audiência, que o caso de Marcela é uma exceção. Segundo ele, 50% dos fetos anencéfalos morrem ainda no útero e, a outra metade, logo após o parto. "O caso de Marcela ou é um ponto fora da curva, ou não era um caso de anencefalia", disse.
Na próxima quinta-feira, haverá nova audiência pública com a participação de médicos e cientistas. Representantes do Conselho Federal de Medicina e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, entre outros, falarão sobre o tema. Na semana que vem, o STF vai ouvir representantes da sociedade civil, como o Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero e a Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos. O julgamento da ação está previsto para o início de novembro.
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| August 26, 2008 | 11:56 AM |
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Em Uganda, mulheres pedalam pela paz
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Como parte da retomada da paz após duas décadas de guerra civil, Uganda está capacitando 700 mulheres para atuarem como conciliadoras e negociadoras em locais remotos do país. O projeto inclui uma rede de mulheres que usam 516 bicicletas doadas pelo PNUD e visitam comunidades isoladas para ajudar vítimas de violência, sobretudo de violência de gênero.
O objetivo da campanha, chamada “Bicicletas da paz” e avaliada em US$ 80 mil, é promover a participação da mulher no processo de consolidação da paz e no combate à desigualdade de gênero, com foco no norte do país. Com as bicicletas, elas conseguem se locomover mais rapidamente e chegar a mais lugares, atendendo um número maior de pessoas. "As mulheres são notavelmente ansiosas e inovadoras em prevenir conflitos e perseguir conciliação nesta região", afirma Athman Kakiva, representante do PNUD em Uganda.
A iniciativa foi lançada num momento em que várias pessoas que moravam em campos de refugiados estão voltando para casa. "A violência sexual era excessiva nos campos, onde algumas pessoas viveram por mais de uma década", diz John Komakech Ogwok, presidente do distrito de Kitgum, um dos quatro beneficiados com as bicicletas (150), ao lado de Pader (156), Lira (110) e Gulu (100). "Mas agora todos deveriam cumprir sua responsabilidade de guardar zelosamente a segurança que nós temos para que assim as pessoas possam voltar pacificamente às suas casas e seguir levando suas vidas."
Além de capacitação em negociação e resolução de conflitos, as mulheres também foram ensinadas a consertar bicicletas, para que possam usá-las por mais tempo, economizar com manutenção e ainda fazer esse tipo de serviço para obter renda.
A participação das mulheres em Uganda é relevante em vários setores. O país é o sexto do mundo presença feminina no mercado de trabalho — 79,7% das ugandenses de 15 anos ou mais são economicamente ativas, de acordo com o Relatório de Desenvolvimento Humano 2007/2008, do PNUD. A maior parte das trabalhadoras (77%) dedica-se à agricultura — na indústria estão 5% delas e no setor de serviços, 17%.
Entretanto, elas são a maioria entre os analfabetos e recebem, em média, menos que os homens — a renda anual delas é de US$ 1.199 ao ano e a deles, de US$ 1.708.
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| August 26, 2008 | 11:06 AM |
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Macacos capuchinhos têm prazer em compartilhar, diz estudo
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Pesquisadores nos Estados Unidos dizem que, aparentemente, os macacos capuchinhos, assim como os seres humanos, têm sentimentos de gratificação ao doarem algo para um semelhante.
Esta conclusão foi tirada após um recente estudo com tomografia computadorizada em humanos ter registrado atividade nos centros de satisfação do cérebro após as pessoas fazerem donativos a organizações de caridade.
Cientistas do Centro Yerkes de Pesquisas de Primatas da Universidade de Emory, em Atlanta, observaram então o comportamento de oito fêmeas adultas. Elas foram colocadas juntamente com uma outra --parente, outra fêmea de seu grupo social ou uma totalmente desconhecida.
Em seguida, os pesquisadores deram aos capuchinhos dois tipos de fichas que podiam ser trocadas por alimentos. Uma delas, a opção egoísta, rendia ao macaco um pedaço de maçã. A outra, a opção social, rendia um pedaço de maçã para o animal e seu companheiro.
Segundo os cientistas, os capuchinhos escolhiam a opção social quando tinham como par um parente ou alguém de seu grupo, mas não quando o par era um animal de outro grupo.
"O fato de os capuchinhos terem selecionado predominantemente a opção social significa que ver um outro macaco receber comida deve ser gratificante para eles", disse Frans de Waal, um dos dois líderes da equipe de pesquisa.
"Nós acreditamos que o comportamento social é baseado em empatia. A empatia aumenta tanto em seres humanos quanto em animais com a proximidade social e, no nosso estudo, parceiros próximos fizeram mais escolhas sociais. Parece que eles se importam com o bem-estar dos que conhecem", afirmou.
A equipe de Atlanta espera agora descobrir se doar é gratificante para os capuchinhos porque eles podem comer juntos ou se os macacos simplesmente gostam de ver outros desfrutar do alimento.
O estudo foi divulgado pela revista "Proceedings of the National Academy of Sciences".
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| August 26, 2008 | 10:22 AM |
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Impressões de Quebec City
About this event: 4th World Youth Congress - Quebec City 2008 Related to country: Canada About this category: Culture & Identity
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Acabei de chegar do Congresso Mundial da Juventude, evento realizado pela Peace Child International e pelo TakingITGlobal que aconteceu entre os dias 10 e 21 de agosto na cidade de Quebec City, CA.
Entre tantos momentos inesquecíveis, uma coisa que me marcou muito foi a qualidade de vida que as pessoas em Quebec City possuem. Uma cidade de 400 anos de idade sem uma rua esburacada, sem uma praça publica degradada ou pixada ou suja. Não vi nenhuma criança pedindo esmola no semáforo e nem casas com cercas elétricas. A propósito, as casas não possuem nem grades, portões ou muros. As pessoas andam livremente pelas ruas em qualquer horário sem se preocuparem em colocar a carteira no bolso da frente da calça. A cultura local e a história da cidade são preservadas. Em um dia que sai para andar pela cidade, acabei esquecendo minha maquina fotográfica no banco de uma praça. Me dei conta disso uma hora depois e voltei desesperado para encontrá-la. Estava lá intacta.
Comecei então a pensar o que faz uma cidade ser como Quebec City. E andei conversando com pessoas que moram lá a respeito disso. Uma coisa que meu amigo Alex Catta disse e que eu concordo plenamente é que tudo o que precisamos para ter uma cidade com boa qualidade de vida é uma economia saudável, democracia e pessoas com boa mente.
Também perguntei sobre a participação da sociedade civil. Ela é bem organizada em associações de bairros, associações de professores, associação de comercio, e por ai vai e essas associações participam de varias ações de cidadania. A universidade tem um importante compromisso com a localidade. Há bons projetos de extensão que visam sempre uma necessidade da comunidade. E como é a participação dos jovens? É bastante ativa. Se organizam em clubes de discussão política, participam como voluntários em diversas atividades de cidadania, têm plena consciência do que deve ser feito e fazem. Eles participam!
Sonho com o dia de ver no Brasil cidades como Quebec City. E acredito que isso vai acontecer.
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| August 26, 2008 | 10:17 AM |
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Entrelaçandonós
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 Quem pinta o quadro da vida somos nós. E o que vemos somos nós. E o que pintamos somos nós. Pra mostrarmos mais de nós ao outro. E pro outro, os outros somos nós.
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| August 26, 2008 | 10:08 AM |
| August 25, 2008 | 11:00 PM |
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Pequenos Amores
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ou Traduzindo Ensinamentos Comprovadamente Reducionistas e Insatisfatórios
"Se eu não pude escolher te amar,
agora posso escolher não te amar.
Mas não quero!"
"Sempre houve mais de você em mim,
que em você mesma"
"Não sei por que nosso amor é assim.
Mas consigo descrever exatamente
como ele é assado"
"Se, para cada problema que aparecer,
tivermos uma solução definitiva,
só o que restará para fazer
será ficarmos nos beijando, noite e dia...
Tedioso, não?!"
Crédito da Foto: Orlando Pedroso
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| August 25, 2008 | 9:06 PM |
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Jovens da floresta lançam blog na internet
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Reunidos no último fim de semana, jovens de 31 comunidades localizadas na região da floresta amazônica, às margens dos rios Amazonas, Tapajós e Arapiunse, nos municípios de Santarém e Belterra, no Pará, lançaram um blog na internet, no endereço www.redemocoronga.org.br.
A iniciativa expressa o trabalho da Rede Mocoronga de Comunicação Popular, que integra o Projeto Saúde&Alegria, desenvolvido com o patrocínio, entre outros, do Programa Desenvolvimento e Cidadania da Petrobras. O blog é resultado da ação de inclusão digital do grupo, sendo uma mostra de como a apropriação dos instrumentos de comunicação pelos jovens pode ajudar a transformar sua realidade de exclusão para uma participação ativa na sociedade da informação.
O encontro juvenil, denominado Teia Cabocla, contou com oficinas, debates, apresentações culturais e mostras de produções de comunicação comunitária dos jovens. O evento teve apoio da Fundação Konrad Adenauer.
A ONG Saúde e Alegria atende cerca de 150 comunidades com programas de desenvolvimento que integram as áreas de saúde, organização comunitária, economia da floresta, educação, cultura e comunicação. A arte, o lúdico e a comunicação são os principais instrumentos de educação social do projeto, por meio da Rede Mocoronga, que promove oficinas de educomunicação para adolescentes e jovens. Eles são capacitados como repórteres comunitários para a produção de programas de rádio, vídeos, jornais locais e conteúdos para a internet.
Na Teia Cabocla da Rede Mocoronga, lideranças juvenis engajadas no programa cuidam de alimentar a circulação de informações e campanhas educativas, difundindo a voz, a realidade, o cotidiano e a cultura regional da população para a população. Esta comunicação comunitária é fundamental numa região praticamente isolada e com muitas ameaças ao meio ambiente e aos meios de vida tradicionais.
O mais novo desafio das atividades de comunicação comunitária do grupo é a inclusão digital das comunidades ribeirinhas. O Saúde & Alegria e seus parceiros já implantaram seis telecentros culturais que são pólos avançados da Rede Mocoronga, tendo previsão de chegar a 11 telecentros até 2009. Os centros têm arquitetura regional, dispondo de computadores com software livre e acesso à internet via satélite ou conexão sem fio, movidos à energia solar. Além de oferecer acesso ao conhecimento da informática e à internet, eles permitem a incorporação das mídias digitais ao processo de produção da Rede.
Juventude da floresta O desenvolvimento da juventude é outro desafio permanente do Saúde&Alegria, uma vez que 47% da população das comunidades são menores de 15 anos. As novas gerações de ribeirinhos vivem contradições sociais, ambientais e também culturais, especialmente com a crescente influência dos padrões culturais do mundo urbano, levando à perda de sua identidade cultural e os colocando como principais vítimas do êxodo rural. A prática da educomunicação da Rede Mocoronga visa criar oportunidades de aprendizagem e inclusão social estabelecendo uma medição sociocultural que permite à juventude da floresta estar antenada no mundo, sem perder sua identidade cultural.
A Teia Cabocla expressa o fortalecimento do movimento juvenil ribeirinho. Trata-se de um grupo de jovens engajados em ações comunitárias que se reúnem periodicamente para juntos avaliarem e planejarem as ações que estão desenvolvendo em suas comunidades. É também um espaço para a formação de novas lideranças buscando a sustentabilidade social das iniciativas implantadas pelo Saúde & Alegria. Ao mesmo tempo, promove o protagonismo do jovem ribeirinho como sujeito de direito capaz de expressar e negociar suas demandas nos espaços públicos, participando de conferências e eventos Brasil afora.
Para mais informações: Fábio Pena, Coordenador de Educação e Comunicação do Projeto Saúde&Alegria, telefones 93/ 30678000/ 3067 8009 e 8118-6405, e-mail: fabinho@saudeealegria.org.br
Fonte: Saúde&Alegria
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| August 25, 2008 | 5:33 PM |
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O que muda com a reforma da língua portuguesa
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Folha de S.Paulo
As novas regras da língua portuguesa devem começar a ser implementadas em 2008. Mudanças incluem fim do trema e devem mudar entre 0,5% e 2% do vocabulário brasileiro. Veja abaixo quais são as mudanças.
HÍFEN
Não se usará mais:
1. quando o segundo elemento começa com s ou r, devendo estas consoantes ser duplicadas, como em "antirreligioso", "antissemita", "contrarregra", "infrassom". Exceção: será mantido o hífen quando os prefixos terminam com r -ou seja, "hiper-", "inter-" e "super-"- como em "hiper-requintado", "inter-resistente" e "super-revista"
2. quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente. Exemplos: "extraescolar", "aeroespacial", "autoestrada"
TREMA
Deixará de existir, a não ser em nomes próprios e seus derivados
ACENTO DIFERENCIAL
Não se usará mais para diferenciar:
1. "pára" (flexão do verbo parar) de "para" (preposição)
2. "péla" (flexão do verbo pelar) de "pela" (combinação da preposição com o artigo)
3. "pólo" (substantivo) de "polo" (combinação antiga e popular de "por" e "lo")
4. "pélo" (flexão do verbo pelar), "pêlo" (substantivo) e "pelo" (combinação da preposição com o artigo)
5. "pêra" (substantivo - fruta), "péra" (substantivo arcaico - pedra) e "pera" (preposição arcaica)
ALFABETO
Passará a ter 26 letras, ao incorporar as letras "k", "w" e "y"
ACENTO CIRCUNFLEXO
Não se usará mais:
1. nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos "crer", "dar", "ler", "ver" e seus derivados. A grafia correta será "creem", "deem", "leem" e "veem"
2. em palavras terminados em hiato "oo", como "enjôo" ou "vôo" -que se tornam "enjoo" e "voo"
ACENTO AGUDO
Não se usará mais:
1. nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas, como "assembléia", "idéia", "heróica" e "jibóia"
2. nas palavras paroxítonas, com "i" e "u" tônicos, quando precedidos de ditongo. Exemplos: "feiúra" e "baiúca" passam a ser grafadas "feiura" e "baiuca"
3. nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com "u" tônico precedido de "g" ou "q" e seguido de "e" ou "i". Com isso, algumas poucas formas de verbos, como averigúe (averiguar), apazigúe (apaziguar) e argúem (arg(ü/u)ir), passam a ser grafadas averigue, apazigue, arguem
GRAFIA
No português lusitano:
1. desaparecerão o "c" e o "p" de palavras em que essas letras não são pronunciadas, como "acção", "acto", "adopção", "óptimo" -que se tornam "ação", "ato", "adoção" e "ótimo"
2. será eliminado o "h" de palavras como "herva" e "húmido", que serão grafadas como no Brasil -"erva" e "úmido"
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| August 25, 2008 | 2:04 PM |
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Uma em cada cinco mulheres que fizeram teste de HIV é casada, diz Saúde
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Folha Online
Uma em cada cinco mulheres que fizeram teste de HIV no Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids, na cidade de São Paulo, é casada. De acordo com balanço realizado pela Secretaria de Estado da Saúde, das 2.171 mulheres atendidas pela unidade entre janeiro de 2007 e julho de 2008, 21,37% delas eram casadas.
Entre os 4.015 homens atendidos, 19,33% eram casados e 30%, homossexuais. Do total de atendimentos no período (6.186), 8% foram para garotas de programa e apenas 0,04% para usuários de drogas injetáveis.
O levantamento aponta que a faixa etária predominante entre os que fizeram o exame foi de 20 a 34 anos (1.571 mulheres e 2.471 homens). Dos 6.186 atendidos, 98,5% tinham ao menos oito anos de escolaridade.
Campanha
O levantamento foi divulgado nesta segunda-feira, dia em que a Secretaria da Saúde inicia uma campanha de testes de HIV em todo o Estado de São Paulo. A secretaria pretende examinar gratuitamente 250 mil pessoas em mil unidades de saúde até o dia 5 de setembro.
A campanha, intitulada "Fique Sabendo", também irá diagnosticar sífilis e hepatites B e C. Durante o período, a secretaria irá informar a população sobre as formas de prevenção das DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis), divulgar a rede de serviços disponíveis e encaminhar as pessoas diagnosticadas com HIV aos serviços especializados.
"O diagnóstico precoce de Aids e doenças sexualmente transmissíveis é muito importante para que o tratamento tenha eficácia, evitando complicações e assegurando maior qualidade de vida às pessoas infectadas", disse a diretora do Programa Estadual de Combate à Aids, Maria Clara Gianna.
Os interessados poderão também tirar dúvidas sobre DSTs pelo Disk-Aids (0800-16-25-50). O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h --no dia 30 de agosto, um sábado, irá funcionar das 8h às 17h.
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| August 25, 2008 | 1:55 PM |
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Site reúne idéias e iniciativas em desenvolvimento sustentável
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A proposição dos organizadores do site Ecologia y Desarrollo ( http://www.ecodes.org/) é disponibilizar alternativas que sejam ao mesmo tempo viáveis e inovadoras, que levem as pessoas a refletirem e a conectarem os setores fundamentais, como a administração pública, empresas e entidades sociais, para a mudança da sociedade.
É possível encontrar nesse endereço artigos, publicações e indicadores ambientais e de desenvolvimento humano. A iniciativa é promovida por uma entidade independente e sem fins lucrativos, formada por um grupo de profissionais que trabalham com projetos nessa área.
Além de defender que todas as mudanças devem ser fundamentadas na sustentabilidade, ou seja, ancoradas na defesa do meio ambiente, viabilidade econômica e inclusão social, o grupo sustenta também que são três as esferas de atuação: conhecer por que e para que o desenvolvimento sustentável é necessário; querer agir para fazer as pazes com o planeta; e desenvolver as ações da maneira mais fácil e acessível para que estas se tornem uma prática da maioria.
A entidade atua na Espanha e na América Latina e trabalha com temas variados, como mudanças climáticas, consumo responsável, eficiência no uso da água e responsabilidade social empresarial.
Fonte: Envolverde
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| August 25, 2008 | 10:18 AM |
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Redes sociais tornam-se fenômeno planetário
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Uma pesquisa feita pela empresa sueca Pingdom e analisada pelo especialista francês Francis Pisani no seu blog Transnets constata que o fenômeno da expansão das redes sociais online já alcança os países como Angola e Etiópia (na África), e Mianmar, no sudeste da Ásia.
A acelerada globalização das redes sociais — e principalmente a sua extrema diversificação — desafiam a capacidade analítica dos especialistas em Web, que até agora viam o fenômeno como uma típica manifestação de jovens afluentes da classe média de países europeus e dos Estados Unidos.
A pesquisa sueca, baseada em dados de acesso fornecidos pelo mecanismo de buscas Google, indicam, por exemplo, que o site Orkut, no qual os brasileiros são a esmagadora maioria, também é altamente popular no Paraguai, Paquistão, Portugal e Índia.
Já o MySpace, o maior de todos, tem a base de seu público nos Estados Unidos, mas é o mais acessado também em países como Porto Rico e Malásia. Outro caso curioso, o site Hi5 registra a sua maior concentração de usuários no Peru, El Salvador e Costa Rica, enquanto o site Last.fm, comunidade especializada em música, é o preferido por finlandeses, croatas, tchecos e noruegueses.
A comunidade dos usuários do Twitter (blog instantâneo) é esmagadoramente asiática, com forte predominância de japoneses e chineses, que superam por larga margem os norte-americanos neste tipo de site voltado para a troca de mensagens de até 150 caracteres.
Chama a atenção o fato de que nenhum dos 12 sites sociais monitorados pela empresa Pingdom tem uma distribuição global uniforme. Há uma tendência à localização e agrupação segundo preferências que provavelmente têm a ver com valores e culturas semelhantes.
Outro fato notável é que o acesso às comunidades online não é uma exclusividade dos países mais ricos, já que há numerosos exemplos de nações onde a exclusão digital é alta e que, apesar disso, registram elevados índices de interatividade online. O Quênia, Etiópia e Angola, por exemplo, têm um alto índice de usuários do Hi5.
Fonte: Observatório da Imprensa
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| August 25, 2008 | 10:17 AM |
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Múltiplas vozes na mala
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“Não acredito em troca de experiência. Eu não dou a minha experiência pra você e você não pode me dar a sua. Eu tenho uma e você tem outra. Aí a gente constrói junto.” Janaína
“Você quer o conhecimento para ter sabedoria e pra quê? O que você vai fazer com isso? É um objetivo que não tem fim.” Adriano
“Eu não costumo falar muito disso porque é raro alguém aceitar ou, pelo menos, não julgar...” Eric
“Depois que vira cinza não acende mais...” “...Simpatia é quase amor...” Diego
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| August 25, 2008 | 4:08 AM |
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